A Diocese de Barra do Garças no Mato Grosso, realizou uma Semana Missionária, ação evangelizadora inserida no Projeto da Rota 300. A iniciativa envolveu jovens e adolescentes missionários em um trabalho expressivo na paróquia São Francisco de Assis, entre os dias 04 e 10 de março. Os missionários levaram Nossa Senhora Aparecida às famílias, aos doentes e jovens afastados da Igreja. “Os jovens tiveram o privilégio de entender que a Mãe Aparecida é para todos e que seu amor e carinho nos leva a ser alegres discípulos de Jesus”, afirma Ketlin Letícia Souza Santos uma das jovens que participou da missão. Segundo ela “sentir que aquelas famílias estavam sendo curadas interiormente e que puderam renovar o amor por Jesus e Maria, foi um momento de bênção”.
A Diocese de Barra do Garças, realiza a peregrinação com a imagem de Nossa Senhora Aparecida desde abril de 2016, quando aconteceu a Romaria da Juventude, no Santuário da Padroeira do Brasil. Nessa celebração o bispo diocesano de Barra do Garças, dom Protógenes José Luf recebeu a réplica da imagem de Nossa Senhora Aparecida, que passou a peregrinar pela diocese. O objetivo é criar a unidade entre os vários grupos e expressões de jovens, buscando em Cristo coragem e ânimo para se tornar protagonista na sociedade. O Projeto Rota 300 foi lançado para envolver as juventudes na celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no âmbito do Ano Nacional Mariano.

Thyfanny Layanna Brandão Alves também participou com entusiasmo. “Eu sou muito grata e feliz por esta experiência com a Mãezinha Aparecida. Foi uma transformação e conversão pessoal saber que não só levei Maria aos que necessitam, mas também, recebi muitas graças na minha vida pessoal”, testemunha a jovem.
Os missionários estiveram nas famílias, escolas, postos de saúde, entre os mais pobres e os enfermos. “Ver nos olhos deles que a presença da Mãe fazia sentir o amor, a compaixão e a misericórdia, e que a Igreja se fazia mãe para acolher e cuidar das pessoas, é algo maravilhoso para nós da Juventude e Adolescentes Missionários”, complementa Thyfanny Layanna. Ela diz que também renovou a sua fé e fortaleceu a sua vida. “A missão nos ajudou a ver que o nosso problema pode ser bem menor do que os dos outros, e que mesmo assim, essas pessoas continuam batalhando”.
A Semana Missionária levou os jovens a conhecerem outras realidades duras, como a das drogas e vícios, a prostituição, o desemprego, a violência. Eles puderam experimentar a presença da Mãe Aparecida como aquela que ampara que cuida e que abre caminhos.
Com informações da JM de Barra do Garças (MT)
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