
Paulina Maria Jaricot nasceu e, 22 de julho de 1799, sétima filha de uma família burguesa de Lião (França). Quando completou dezessete anos, depois de uma grave doença e a morte da mãe, inicia uma vida de oração intensa e um profundo caminho de busca espiritual. Durante os anos de juventude entra numa associação da Sociedade para as Missões Exteriores de Paris, que pedia orações e ajuda para as missões no Extremo Oriente.
Como o Papa Leão XIII escreveu à Giulia Maurin em 13 de junho de 1881, "com a sua fé, a confiança, a força do ânimo, a sua amabilidade e a aceitação serena de suas cruzes, Paulina se mostrou verdadeira discípula de Cristo. Com a intenção de continuar a obra por ela iniciada pela difusão do Evangelho até os extremos confins do mundo, encorajou todos os católicos da França a aprofundarem esta vocação tradicional das testemunhas de Cristo desde os Mártires de Lião e a Santo Irineu". Muito simples e prática, Paulina Jaricot crisou uma obra que não parou de crescer em todo o mundo e que atualmente ajuda a cada ano milhares de projetos de evangelização nos 5 continentes.
Pauline Jaricot nos convida a dar mais atenção aos pobres e amá-los sempre mais.
As POM da América, seguindo o documento de Aparecida, querem refletir sempre sobre esta linha: "somos conscientes de que a missão evangelizadora não pode ser separada da solidariedade com os pobres e da promoção integral, e sabendo que existem comunidades eclesiais que não possuem recursos, é preciso ajudá-las, como faziam as primeiras comunidades cristãs, a fim de que realmente se sintam amadas" (Documento de Aparecida nº 545).
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