quinta-feira, 26 de março de 2009

As POM da Argentina celebram pela primeira vez o ‘Dia de oração e jejum pelos missionários mártires’

AMÉRICA/ARGENTINA - Pela primeira vez, este ano, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) da Argentina aderiram à importante iniciativa do Movimento Juvenil Missionário das POM da Itália sobre o ‘Dia de oração e jejum pelos missionários mártires’. Através de um comunicado, as POM convida, sobretudo as dioceses, as paróquias, e as famílias, os consagrados, os jovens, os doentes e os idosos a se unirem neste Dia, rezando especialmente pelos missionários do mundo inteiro. Como reiterado no comunicado, a oração e o jejum, na tradição cristã, são gestos concretos de amor, de comunhão com Deus e com a Igreja; vivê-los como ocasião do Dia de oração e jejum em memória dos missionários mártires, significa pedir a Deus para que os missionários do mundo inteiro e as comunidades cristas que sofrem hoje discriminações e perseguições. O convite às comunidades paroquiais e de vida consagrada, aos seminaristas e aos noviços é de realizar propostas de oração abertas a todos como vigílias, Via Sacra, Adoração eucarística, para rezar não somente no dia 24 de março, mas também nos vários dias sucessivos; criar na Igreja “um ângulo do martírio”; fazer soar os sinos às 15h no dia 24 de março, para convidar a refletir, recordando o sacrifício de Jesus na Cruz e o de tantos homens e mulheres que entregaram a sua vida por causa do Evangelho. Às famílias pedem para acender uma vela vermelha na janela de suas casas, com um pano vermelho, como símbolo do Dia; oferecer dinheiro equivalente ao alimento que não foi consumido neste dia de jejum, para alguma obra de solidariedade ou a alguém necessitado. Aos doentes, se pede para oferecerem os seus sofrimentos e as suas dificuldades em recordação dos missionários assassinados por causa do anúncio do Evangelho e para ajudar com as suas ofertas a missa ode todos os missionários de todos os cantos da terra, pedindo ao Senhor o dom de sagradas e numerosas vocações. Aos jovens, enfim, de visitar, pessoalmente ou em grupo, um hospital, uma casa de cura, um cárcere, um doente, uma idoso que vive sozinho, doando a sua vida por amor a Jesus e a seu Evangelho, não obstante as discriminações e as perseguições.

FONTE: Agência Fides - 24/03/2009

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