terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Juventude tem um novo encontro com o Papa em Aparecida

A cidade de Aparecida mais uma vez foi escolhida pelo Papa Bento XVI para sediar um evento de grande importância para os cristãos, principalmente os jovens universitários: a “Jornada da Juventude do Brasil com o Papa”, cujo tema será: “Europa e Américas juntas pela construção da Civilização do Amor”.

O evento será realizado no dia 1º de março na sala Paulo VI no Vaticano e terá a participação, através de videoconferência, das cidades de Avinhão (França), Edimburgo (Reino Unido), Minsk (Bielorussia), Bucarest (România), Toledo (Espanha), Nápoli (Itália), Nova York (Estados Unidos), Havana (Ilha de Cuba), Cidade do México (México), Loja (Equador) e APARECIDA (BRASIL).

A juventude de Aparecida e de todo o Brasil estará reunida no Santuário Nossa Senhora Aparecida, participando deste encontro com o Papa Bento XVI, via satélite. Segundo Dom Damasceno, essa jornada com os jovens universitários é comum na Europa e agora eles decidiram estendê-la para as Américas. “É necessário que a igreja fale com os jovens porque o mundo precisa de jovens bem orientados não só profissionalmente, mas também espiritualmente”.

A jornada será realizada das 13h às 15h (horário brasileiro). “Será uma celebração presidida pelo Papa Bento XVI e acompanhada por um telão no Santuário Nacional. Mas durante a manhã, nós também vamos ter uma programação especial para esses jovens universitários”.

Segundo a comissão de organização no Brasil, a programação começa às 10h na Tribuna do Papa, no pátio João Paulo II, no Santuário Nacional, com a apresentação de bandas católicas. Na seqüência, o professor e ex-secretário de Educação, Gabriel Chalita, fará palestra sobre o tema: “Juventude chamada a construir a civilização do amor: afetividade, cidadania e ecologia”. Também haverá depoimentos de jovens universitários envolvidos em movimentos e pastorais da igreja.

Após intervalo para o lanche, os universitários vão se reunir no interior da Basílica para a celebração com o Papa Bento XVI. A programação termina com uma missa celebrada por Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida, às 16h, no Santuário.

Confira a programação:
10h00 – Acolhida dos jovens e movimentos na Esplanada João Paulo II
10h30 – Conferência – Prof. Dr. Gabriel Chalita: Juventude chamada a construir a civilização do amor, Afetividade, Cidadania e Ecologia
11h15 – Testemunhos Folcolares (Opus Dei, Caminho Catecumenal, Renovação Carismática Católica, Pastoral da Juventude, Pastoral Universitária, Shalom)
11h45 – Almoço
12h30 – Retorno para o interior da Basílica para o encontro com o Papa
13h00 – Início do Encontro com o Papa Bento XVI – Interior da Basílica
16h00 – Missa de Encerramento

Fonte: Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Aparecida

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Em maio, Aparecida sedia Congresso Missionário Nacional


De 1 a 4 de maio, em Aparecida (Brasil), será realizado o Segundo Congresso Missionário Nacional, que tem como lema: "Igreja do Brasil: escuta, segue e anuncia".

Pe. Daniele Lagni, Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias do Brasil, o tema sobre o qual tratarão as palestras do Congresso será "De um Brasil de batizados para um Brasil de discípulos missionários sem fronteiras".

A iniciativa situa-se no caminho de preparação para o Terceiro Congresso Missionário Americano (CAM 3), previsto em Quito (Equador) de 12 a 17 de agosto.

Trata-se de um momento privilegiado para refletir sobre o percurso missionário que o País deve empreender; celebrar as graças recebidas e agradecer pela criatividade e os sacrifícios de tantas testemunhas da fé. Partindo do Documento de Aparecida, será a oportunidade para retomar o caminho com entusiasmo, dedicação e esperança.

O objetivo geral do Congresso é assumir a nossa "natureza missionária", guiados pelo Espírito e a serviço do Reino de Deus, à luz do Documento de Aparecida e tendo em vista o CAM 3.

Entre os objetivos específicos estão: "refletir sobre o projeto missionário da Igreja no Brasil em todas as suas dimensões; acolher experiências missionárias significativas a serviço dos pobres; fortalecer as comunidades missionárias e os Conselhos Missionários; assumir, a partir da nossa ‘natureza missionária’, novas responsabilidades e traçar novos caminhos; promover as vocações missionárias".

Está prevista a participação de 460 pessoas representando as 17 regionais da CNBB.

Para cada Regional participam o Bispo responsável pela dimensão missionária, alguns representantes da Comissão para as Missões, representantes da Infância Missionária e da Juventude Missionária, um número proporcional de sacerdotes e religiosas para cada regional, três seminaristas maiores empenhados na Comissão para as Missões, e leigos empenhados na vida e na animação missionária de suas comunidades.

Alguns dos temas sobre os quais se refletirá são: "Os CAM: significado do caminho missionário da América Latina, do Vaticano II até Aparecida"; "A formação da comunidade como discípula e missionária sem fronteiras"; "A missão para a humanidade como responsabilidade dos ministérios ordenados nas Igrejas locais"; "Os consagrados como presença profética da Igreja missionária entre nós e no mundo todo".

Também "Perspectivas de evangelização para a missão dos leigos e das famílias diante dos novos desafios do mundo globalizado"; "A Infância e a Juventude missionária: sementes de uma nova humanidade"; "Discípulos e missionários da Amazônia para o mundo"; "Comunicação e missão: meios a serviço da evangelização"; "A Missão e o desafio do diálogo ecumênico, inter-religioso e intercultural para uma ética de uma paz mundial"; "Migração como caminho de evangelização".

O Primeiro Congresso Missionário nacional aconteceu em Belo Horizonte, em junho de 2003, como preparação para o CAM 2, celebrado na Guatemala em novembro desse mesmo ano.

FONTE: Canção Nova – 25/02/2008

Para ter mais notícias sobre o
2º Congresso Missionário Nacional, clique aqui.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

J.M. de São Miguel Paulista realiza encontro de espiritualidade missionária

No dia 17 de fevereiro, a Juventude Missionária (J.M.) da Diocese de São Miguel Paulista (São Paulo-SP) se reuniu para realizar uma manhã de espiritualidade. Os jovens missionários foram convidados a refletir o tema “Jovens, discípulos e missionários de Jesus, para que, n’Ele, nossos povos tenham vida” – “Escolhe, pois, a vida!”.

Na ocasião do encontro, os participantes também refletiram um pouco sobra a caminhada da J.M. e da Pontifícia Obra da Propagação da Fé na diocese e no Brasil e delimitaram algumas ações para o ano de 2008.

Rodrigo Alves Piatezzi
Coordenador diocesano da Garotada Missionária




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

J.M. Ne1 realiza encontro de formação missionária


O primeiro Encontro de Formação para assessores e Coordenadores da Juventude Missionária de Fortaleza ocorreu no dia 10 de fevereiro explanando o tema: "história e metodologia da J.M.", havendo a participação de seis paróquias.

O encontro foi bastante proveitoso e participativo. Os grupos que estão iniciando suas caminhadas com a pontifícia obra tiveram a oportunidade de tirar dúvidas e trocar experiências com outros grupos.

O proximo encontro será no dia 13 de abril e terá o tema: "Missão". O objetivo do encontro será aprofundar o tema missão diante dos documentos apresentados para estudo, já que uma das prioridade do regional é a juventude e missão.

Sara Guerra,
assessora da J.M. do Regional Ne1

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Jovens, discípulos missionários do Senhor

Como sendo a grande maioria da população brasileira, os jovens representam um potencial enorme para o presente e para o futuro de nossa nação, seguindo os passos do Mestre como discípulos e missionários do Senhor Jesus. No documento de Aparecida, encontramos alguns traços fundamentais da identidade do jovem hoje, cuja personalidade se caracteriza pela doação, generosidade e serviço aos mais necessitados. “Os jovens são sensíveis a descobrir sua vocação a ser amigos e discípulos de Cristo. São chamados a ser ”sentinelas da manhã”, comprometendo-se na renovação do mundo à luz do Plano de Deus. Não temem o sacrifício nem a entrega da própria vida, mas sim uma vida sem sentido. Por sua generosidade, são chamados a servir a seus irmãos, especialmente os mais necessitados. Têm capacidade para se opor às falsas ilusões de felicidade e aos paraísos enganosos das drogas, do prazer, do álcool e de todas as formas de violência. Como discípulos missionários, as novas gerações são chamadas a transmitir a seus irmão jovens, sem distinção alguma, a corrente da vida que procede de Cristo e a compartilhá-la em comunidade, construindo a Igreja e a sociedade” (Doc Aparecida n.443).

O terceiro milênio pertence aos jovens, expressão de Bento XVI, cujo convite deixou os jovens no Pacaembu, em maio do ano passado, vibrantes e cheios de motivação a seguir os caminhos do seguimento de Jesus. Por isso os jovens são chamados, das mais variadas formas para atar laços de fé e de compromisso na defesa da ecologia, da terra, do ar, da água, refazendo o chamado a serem “cuidadores” da criação, dom de Deus para os homens e mulheres. Na busca de concretizar o grande amor e generosidade palpitante no coração de cada jovem, se refaz o compromisso de co-responsabilidade na defesa da vida e da vida da natureza.

Ninguém faz nada sozinho, somo seres criados em comunidade e para a comunidade. Por isso, penso que uma das metas mais desafiadoras da evangelização da juventude está na inclusão de todos jovens como protagonistas do novo, que deve nascer neste mundo em decadência. Ninguém sabe quando, mas só nascerá se for gestado na comunhão e na unidade de todos, no seguimento de Jesus, como discípulos missionários à luz dos Evangelhos. Dói o coração de qualquer um de nós ao ver “que inúmeros jovens de nosso continente passam por situações que os afetam significativamente: as seqüelas da pobreza, da exclusão, da forte carga de alienação, vitimas das novas propostas religiosas e pseudo-religiosas, da crise familiar produzindo carências afetivas e conflitos emocionais(Doc Aparecida n. 444). Por isso, o caminho que levará todos, à dignidade de filhos e filhas de Deus está no “encontro pessoal com Jesus Cristo vivo e seu seguimento na Igreja, à luz do Plano de Deus, que lhes garanta a realização plena de sua dignidade de ser humano, que os estimule a formar sua personalidade e lhes proponha uma opção vocacional…(Doc. Aparecida n.446b).

Desejo que todos vocês, jovens, cresçam e amadureçam na fé, mergulhem cada vez mais no conhecimento de Jesus, na leitura orante dos evangelhos, na aproximação e descoberta da “beleza da Eucaristia dominical” que os leve a encontrar nela “Cristo e o mistério fascinante da Igreja”. Como rezou o Papa em Aparecida: “Fica conosco Senhor, acompanhai nossas crianças e nossos jovens que são a esperança e a riqueza de nosso Continente; protegei-os de tantas insídias que atentam contra a sua inocência e contra suas legítimas esperanças”.

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá
Bispo referencial da juventude Regional Sul II

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Mensagem do Papa para a Quaresma (Resumo)

«Cristo fez-Se pobre por vós» (cf. 2 Cor 8, 9)

Todos os anos, a Quaresma oferece-nos uma providencial ocasião para aprofundar o sentido e o valor do nosso ser de cristãos, e estimula-nos a redescobrir a misericórdia de Deus a fim de nos tornarmos, por nossa vez, mais misericordiosos para com os irmãos. No tempo quaresmal, a Igreja tem o cuidado de propor alguns compromissos específicos que ajudem, concretamente, os fiéis neste processo de renovação interior: tais são a oração, o jejum e a esmola. Este ano, na habitual Mensagem quaresmal, desejo deter-me sobre a prática da esmola, que representa uma forma concreta de socorrer quem se encontra em necessidade e, ao mesmo tempo, uma prática ascética para se libertar da afeição aos bens terrenos. Jesus declara, de maneira peremptória, quão forte é a atração das riquezas materiais e como deve ser clara a nossa decisão de não as idolatrar, quando afirma: «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Lc 16, 13).

Segundo o ensinamento evangélico, não somos proprietários mas administradores dos bens que possuímos. À vista das multidões carentes de tudo, que passam fome, adquirem o tom de forte reprovação estas palavras de São João: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus?» (1 Jo 3, 17). Entretanto, este apelo à partilha ressoa, com maior eloquência, nos Países cuja população é composta, na sua maioria, por cristãos, porque é ainda mais grave a sua responsabilidade face às multidões que penam na indigência e no abandono. Socorrê-las é um dever de justiça, ainda antes de ser um gesto de caridade.

O Evangelho ressalta uma característica típica da esmola cristã: deve ficar escondida. «Que a tua mão esquerda não saiba o que fez a direita», diz Jesus, «a fim de que a tua esmola permaneça em segredo» (Mt 6, 3-4). E, pouco antes, tinha dito que não devemos vangloriar-nos das nossas boas ações, para não corrermos o risco de ficar privados da recompensa celeste (cf. Mt 6, 1-2). A preocupação do discípulo é que tudo seja para a maior glória de Deus. Jesus admoesta: «Brilhe a vossa luz diante dos homens de modo que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem vosso Pai que está nos Céus» (Mt 5, 16). Portanto, tudo deve ser realizado para glória de Deus, e não nossa. Queridos irmãos e irmãs, que esta consciência acompanhe cada gesto de ajuda ao próximo evitando que se transforme num meio nos colocarmos em destaque.

Convidando-nos a ver a esmola com um olhar mais profundo que transcenda a dimensão meramente material, a Escritura ensina-nos que há mais alegria em dar do que em receber (cf. At 20, 35). Quando agimos com amor, exprimimos a verdade do nosso ser: de fato, fomos criados a fim de vivermos não para nós próprios, mas para Deus e para os irmãos (cf. 2 Cor 5, 15). Todas as vezes que por amor de Deus partilhamos os nossos bens com o próximo necessitado, experimentamos que a plenitude de vida provém do amor e tudo nos retorna como bênção sob forma de paz, satisfação interior e alegria. O Pai celeste recompensa as nossas esmolas com a sua alegria. Mais ainda: São Pedro cita, entre os frutos espirituais da esmola, o perdão dos pecados. «A caridade – escreve ele – cobre a multidão dos pecados» (1 Pd 4, 8).

A este propósito, é muito significativo o episódio evangélico da viúva que, da sua pobreza, lança no tesouro do templo «tudo o que tinha para viver» (Mc 12, 44). A sua pequena e insignificante moeda tornou-se um símbolo eloquente: esta viúva dá a Deus não o supérfluo, não tanto o que tem como sobretudo aquilo que é; entrega-se totalmente a si mesma.Este episódio comovedor está inserido na descrição dos dias que precedem imediatamente a paixão e morte de Jesus, o Qual, como observa São Paulo, fez-Se pobre para nos enriquecer pela sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9); entregou-Se totalmente por nós.

Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma convida-nos a «treinar-nos» espiritualmente, nomeadamente através da prática da esmola, para crescermos na caridade e nos pobres reconhecermos o próprio Cristo. Nos Atos dos Apóstolos, conta-se que o apóstolo Pedro disse ao coxo que pedia esmola à porta do templo: «Não tenho ouro nem prata, mas vou dar-te o que tenho: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda» (At 3, 6). Que este período se caracterize, portanto, por um esforço pessoal e comunitário de adesão a Cristo para sermos testemunhas do seu amor. Maria, Mãe e Serva fiel do Senhor, ajude os crentes a regerem o «combate espiritual» da Quaresma armados com a oração, o jejum e a prática da esmola, para chegarem às celebrações das Festas Pascais renovados no espírito.

Com estes votos, de bom grado concedo a todos a Bênção Apostólica.

PAPA BENTO XVI

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

J.M. do Cone Sul realiza encontro em Curitiba-PR.

Dos dias 24 a 26 de janeiro, foi realizado na cidade de Curitiba-PR, o 3º Encontro da Juventude Missionária (J.M.) do Cone Sul. Participam do Cone Sul: Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai; contudo, somente Brasil, Chile e Paraguai enviaram representantes.

O encontro tem por objetivo avaliar a caminhada realizada pela J.M. de cada país e traçar um caminho comum entre os grupos de todos os países que fazem parte do Cone Sul, cada qual dentro da sua realidade local. Além disso, trata-se de um encontro de troca de experiências, subsídios e confraternização entre os países.

O primeiro dia foi reservado para a apresentação da realidade da J.M. de cada país e um histórico dos encontros anteriores (em 2006 na Argentina e, em 2007 no Uruguai).

No segundo dia esteve presente Pe. Estevão Raschietti que nos apresentou um parecer da Realidade da Juventude à luz do Documento de Aparecida. A partir dessas reflexões, os participantes delimitaram algumas ações concretas para a J.M. nos países do Cone Sul.

A delegação brasileira - representada por Pe. Vitor, Secretário da Pontifícia Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária do Brasil e pelos jovens Rodrigo (São Paulo), Sara (Ceará), Fabiano (Espírito Santo) e Gustavo (Paraná) – avaliaram como boa a recente caminhada na J.M. no Brasil, iniciada em 2005, e propuseram um primeiro encontro, a nível nacional, ainda este ano.

Durante o encontro, estiveram presentes, também, representantes da Pastoral da Juventude, COMIRE e da Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária de Curitiba.

No sábado, dia 26 de janeiro, encerrando este encontro, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer e visitar a cidade de Curitiba.

O próximo encontro foi marcado para os dias 24 a 27 de setembro de 2009 no Chile.

FONTE: Garotada Missionária – 05/02/2008














sábado, 2 de fevereiro de 2008

Leitura Orante da Bíblia

Para um compromisso sério com a sua caminhada, vocês, crian­ças, adolescentes e jovens missionários necessitam cultivar momentos profundos de espiritualidade. A experiência tem mostrado que as cri­anças e adolescentes são capazes de viver profundamente estes momentos.

No Brasil e na América Latina existe um jeito de fazer a Leitura Orante próprio dos "pequenos", dos pobres. Os pobres entende­ram que fé e vida caminham juntas. A Palavra de Deus é para tem­perar a vida.

As crianças, adolescentes e jovens missionários, alimentados pela Leitura Orante da Bíblia, mostram que amam Jesus, fazendo o que Ele fez: empenham-se pela igualdade, justiça, fraternidade, a fim de que toda a riqueza do mundo seja partilhada e todos tenham uma vida digna.

Clique na imagem abaixo e confira como fazer a Leitura Orante da Bíbilia.